Cá vai mais um capÃtulo para as minhas fofinhas...
… uma praia deserta. Ele estacionou a mota, tirámos os capacetes e caminhámos até à areia. Tirámos os chinelos e sentámo-nos em silêncio na areia seca a olhar para o mar. Por momentos desviei o olhar do mar e olhei para o Rafa, ele era lindo ainda para mais assim com os cabelos ao vento e o olhar cativante preso no mar com o brilho do Sol, notava-se que gostava muito de ali estar. Estávamos há demasiado tempo assim, eu estava com calor por isso despi-me e fiquei em biquÃni. Ele olhou para mim durante algum tempo, abria e fechava a boca até que também se despiu. Fiquei estática, ele era… PERFEITO… era lindo, o corpo todo definido e com a pele ligeiramente morena que o fazia parecer um Deus.
[Rafa]
Estávamos em silêncio a olhar para o mar até que ela se resolve despir. Até aà tudo bem mas quando olho para ela… WOOOW! Ela era linda, tinha um corpo mesmo lindo que me dava vontade de ir ao pé dela, puxá-la para mim e nunca mais a largar. Acabei por também me despir.
- ‘Bora à água?- perguntei eu.
- Acho que não… deve estar gelada.- respondeu aquela menina linda.
- Não vais a bem, vais a mal.
- Não me podes obrigar a ir.
- Ah isso é que posso!- agarrei-a e levei-a para dentro de água.
- Sr. Rafael, vais pagá-las!- Ameaçou ela.
- Pois, pois,…
Ficámos a brincar na água durante algum tempo até que ficámos demasiado próximos.
[Rafa off]
Estávamos nós a brincar na água quando o menino Rafa me resolve afogar, de seguida, vai também para dentro de água e levanta- nos agarrando-me pela cintura. Ficámos separados por escassos centÃmetros, sentia a sua respiração descompassada e quente a bater-me no rosto, o que me reconfortava ao mesmo tempo que me afligia por estarmos tão perto dele.
[Rafa]
Estou tão nervoso… não sei explicar. Beijá-la seria precipitado? Talvez, conhecemo-nos ontem. Eu estou confuso ou ela mexe mesmo muito comigo? Não! Eu não posso sentir isto! Pára, Rafael Paz! Ela é tão perfeita e está aqui à tua frente. Percebi que ambos estávamos nervosos e inseguros pela sua respiração que me batia no rosto, o que me fazia perder os sentidos, por isso resolvi…
Espero que tenham gostado. O que terá ele feito? O que irá acontecer entre eles? Comentem e deixem as vossas sugestóes e opiniões para o blog e para a história.
… uma praia deserta. Ele estacionou a mota, tirámos os capacetes e caminhámos até à areia. Tirámos os chinelos e sentámo-nos em silêncio na areia seca a olhar para o mar. Por momentos desviei o olhar do mar e olhei para o Rafa, ele era lindo ainda para mais assim com os cabelos ao vento e o olhar cativante preso no mar com o brilho do Sol, notava-se que gostava muito de ali estar. Estávamos há demasiado tempo assim, eu estava com calor por isso despi-me e fiquei em biquÃni. Ele olhou para mim durante algum tempo, abria e fechava a boca até que também se despiu. Fiquei estática, ele era… PERFEITO… era lindo, o corpo todo definido e com a pele ligeiramente morena que o fazia parecer um Deus.
[Rafa]
Estávamos em silêncio a olhar para o mar até que ela se resolve despir. Até aà tudo bem mas quando olho para ela… WOOOW! Ela era linda, tinha um corpo mesmo lindo que me dava vontade de ir ao pé dela, puxá-la para mim e nunca mais a largar. Acabei por também me despir.
- ‘Bora à água?- perguntei eu.
- Acho que não… deve estar gelada.- respondeu aquela menina linda.
- Não vais a bem, vais a mal.
- Não me podes obrigar a ir.
- Ah isso é que posso!- agarrei-a e levei-a para dentro de água.
- Sr. Rafael, vais pagá-las!- Ameaçou ela.
- Pois, pois,…
Ficámos a brincar na água durante algum tempo até que ficámos demasiado próximos.
[Rafa off]
Estávamos nós a brincar na água quando o menino Rafa me resolve afogar, de seguida, vai também para dentro de água e levanta- nos agarrando-me pela cintura. Ficámos separados por escassos centÃmetros, sentia a sua respiração descompassada e quente a bater-me no rosto, o que me reconfortava ao mesmo tempo que me afligia por estarmos tão perto dele.
[Rafa]
Estou tão nervoso… não sei explicar. Beijá-la seria precipitado? Talvez, conhecemo-nos ontem. Eu estou confuso ou ela mexe mesmo muito comigo? Não! Eu não posso sentir isto! Pára, Rafael Paz! Ela é tão perfeita e está aqui à tua frente. Percebi que ambos estávamos nervosos e inseguros pela sua respiração que me batia no rosto, o que me fazia perder os sentidos, por isso resolvi…
Espero que tenham gostado. O que terá ele feito? O que irá acontecer entre eles? Comentem e deixem as vossas sugestóes e opiniões para o blog e para a história.
Não está grande coisa mas tenho de o pôr para avançar na história...
Foi como uma pontada no coração, uma cicatriz que voltou a abrir e, apesar de estar habituada a estas perguntas, a verdade é que me custam.
- Os meus pais...- respirei fundo- morreram.
- Desculpa, linda...- disse ele arrependido- eu não sabia.
- Não há problema, já estou habituada... mas queres entrar?
- Pode ser, se não te importares. Vives com alguém?
- Então vamos. Vivo com o meu irmão mas ele está a trabalhar.
Chegámos ao apartamento, sentámo-nos no sofá, perguntei-lhe se queria comer ou beber alguma coisa e, como ele disse que não, ficámos lá a conhecer-nos melhor. rimo-nos muito, ele é muito brincalhão e até atrevidomas foi muito bom e, foi como se nos conhecessemos hà imenso tempo, que era o que eu realmente senti.
Fez-se tarde e ele disse que se tinha de ir embora, despedimo-nos e ficámos de nos encontrar no dia seguinte.
(...) Dia seguinte
Acordei bem-disposta, tomei banho, vesti-me e tomei o pequeno- almoço. Como hoje ia sair com o Rafa- estava super ansiosa e não sei porquê, já que é só uma saÃda de amigos de há… um dia- resolvi começar a peça hoje de manhã.
Já tinha fome e estava na hora de almoçar por isso fiz o almoço e comi-o. Depois de almoço pus a loiça na máquina e sentei-me no sofá a ver televisão. A campainha tocou e era o Rafa:
- Olá… então preparada para saÃres aqui com o boss?
- Oi… és mesmo convencido!
- Estava a brincar!
- Eu sei…
- Vamos?
- Claro, onde queres ir?
- Não sei…
- Tive uma ideia… leva biquÃni.
- Espera um pouco, então.
Fui ao quarto, tirei um biquÃni do roupeiro e voltei a trocar de roupa.
Cheguei lá a baixo e ele disse que tinha ido a casa vestir uns calções. Seguimos na sua mota até…
esperem pelo próximo... bjnhs fofas *.*
Foi como uma pontada no coração, uma cicatriz que voltou a abrir e, apesar de estar habituada a estas perguntas, a verdade é que me custam.
- Os meus pais...- respirei fundo- morreram.
- Desculpa, linda...- disse ele arrependido- eu não sabia.
- Não há problema, já estou habituada... mas queres entrar?
- Pode ser, se não te importares. Vives com alguém?
- Então vamos. Vivo com o meu irmão mas ele está a trabalhar.
Chegámos ao apartamento, sentámo-nos no sofá, perguntei-lhe se queria comer ou beber alguma coisa e, como ele disse que não, ficámos lá a conhecer-nos melhor. rimo-nos muito, ele é muito brincalhão e até atrevidomas foi muito bom e, foi como se nos conhecessemos hà imenso tempo, que era o que eu realmente senti.
Fez-se tarde e ele disse que se tinha de ir embora, despedimo-nos e ficámos de nos encontrar no dia seguinte.
(...) Dia seguinte
Acordei bem-disposta, tomei banho, vesti-me e tomei o pequeno- almoço. Como hoje ia sair com o Rafa- estava super ansiosa e não sei porquê, já que é só uma saÃda de amigos de há… um dia- resolvi começar a peça hoje de manhã.
Já tinha fome e estava na hora de almoçar por isso fiz o almoço e comi-o. Depois de almoço pus a loiça na máquina e sentei-me no sofá a ver televisão. A campainha tocou e era o Rafa:
- Olá… então preparada para saÃres aqui com o boss?
- Oi… és mesmo convencido!
- Estava a brincar!
- Eu sei…
- Vamos?
- Claro, onde queres ir?
- Não sei…
- Tive uma ideia… leva biquÃni.
- Espera um pouco, então.
Fui ao quarto, tirei um biquÃni do roupeiro e voltei a trocar de roupa.
Cheguei lá a baixo e ele disse que tinha ido a casa vestir uns calções. Seguimos na sua mota até…
esperem pelo próximo... bjnhs fofas *.*
